Quinta-feira, 22 de Abril de 2010

PAUSA

A reflexão é a receita para os acertos na caminhada da vida.

(Paulo R A de Oliveira)

 

 

DEIXO ESTAS FLORES PARA ALEGRAR TODAS (OS) AMIGOS...

OFEREÇO A TODOS... SE SOBRAR ALGUMA EU GUARDO DEPOIS...

POIS VOLTAREI ANTES QUE MURCHEM...

ESTÁ TUDO BEM, PRECISO SÓ DE UM TEMPO.

 

A TODOS UM GRANDE BEIJO DE AMIZADE.

Rosinda

Escrito por Rosinda às 21:20
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Quarta-feira, 21 de Abril de 2010

PALAVRAS

 

Palavras...

Ditas por dizer, sem sentimento...

saindo das bocas com maldade,

falar em vão, falar ao vento...

falar e não falar verdade.

Palavras...

Usadas para enganar,

com a vontade de fazer valer...

A vaidade de tudo ganhar,

tudo conquistar e não perder.

Palavras...

Por si só... nada me dizem...

Preciso de actos para acreditar,

Já não acredito em ninguém,

e tenho medo de me enganar...

Palavras...

Só palavras ... somente palavras,

existiram em ti,

e por crer nas palavras,

já muito sofri...

 

por Rosinda 

 

 

Escrito por Rosinda às 18:02
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Segunda-feira, 19 de Abril de 2010

Palhaça da vida

 

Sinto-me patética, palhaça da vida!

Quero caminhar e calço sapatos apertados

Quero ser alegre e divertida...

E ando por sítios tristes... saturados.

Apetece lembrar aquele poema de que gosto tanto...

Não... não vou por aí!

Quero de vez  secar meu pranto

e esquecer o que magoa, nem que seja de ti...

Não quero ser palhaça da vida...

 Se os sapatos não servirem,

Eu não lhes darei guarida

E vou caminhar, descalça...

Com cuidado e bem... muito bem!

Quero escolher os relvados

Os jardins mais perfumados...

O caminho mais suave...

onde o prazer da amizade

é paz e serenidade.

A palhaça está gasta... Basta!

 

.........................

 

por: Rosinda

 

Escrito por Rosinda às 20:59
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Quinta-feira, 15 de Abril de 2010

Sonhei-te (poema antigo)

 

Sonhei-te... e eras bela, vida!

Porque acordei um dia...

Desse sonho lindo,

Onde eu amava e era querida...

Quisera dormir a vida inteira,

Dormir em sono bem profundo...

A sentir em mim esta barreira

Que me faz não gostar do mundo...

Fecho-me no silêncio das palavras,

Soltas de minha alma a soluçar...

Em novas mas negras alvoradas,

Em que o dia tarda em chegar...

Vazio tão profundo, há em mim,

Instalou-se dentro do meu peito...

Um desapontamento sem ter fim,

Da vida que não quero deste jeito.

 

Rosinda

 

Escrito por Rosinda às 22:37
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Segunda-feira, 12 de Abril de 2010

TUDO TEM SEU TEMPO

 

Não encontrei a paz em nada nem em ninguém...

Mas encontrei o caminho dentro de mim...

 

Rosinda

 

Escrito por Rosinda às 00:16
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POEMA DE MIM PARA MIM

 

A Primavera chegou...

Também ao meu coração,

Ela sempre me alegrou;

Voa livre a emoção!

Sinto-me em harmonia,

Agora quero sorrir...

Quero sentir alegria...

E vontade de existir.

E não me pesa a idade...

No meu Outono assumida,

Cada ruga é a verdade,

De uma história vivida.

Sou o Outono da vida

O luar na madrugada...

mas não estou ainda rendida,

Quero ainda pele frente...

Uma longa caminhada.

56 Primaveras... amanhã

Se Deus quiser...

Já não sou uma donzela...

Mas sinto-me ainda bela...

E sou ainda Mulher!

 

Rosinda

Escrito por Rosinda às 00:13
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Domingo, 11 de Abril de 2010

POEMAS QUE TINHA ARRUMADOS

  Quisera eu 

Queimei meu coração,

nas chamas de um amor ardente...

Fogueira acesa de paixão,

 julgada sonho para sempre.

Hoje o sonho é meu pesadelo,

tormento, mágoa, dor e solidão...

Quisera eu poder esquecê-lo,

arrancá-lo deste pobre coração.


Tristemente...
 

A cada dia que passa, tristemente...

A cada palavra tua, sem sentido...

A minha alma estremece fortemente,

Agora já com raiva... e com motivo !

Que queres mais de mim...?

Não chega ainda, este sofrer calada,

Remoendo mágoas sem fim...

De espôsa e mulher abandonada!?

Esquece-te de mim... pois nada és

Deixa-me aqui bem sossegada...

Nem sofrendo me arrojo aos teus pés...

Mesmo que morra à mingua e sem nada!

Vive a vida que escolheste para ti,

Respeita a vida que vives-te ao meu lado...

Se não consegues... faz de conta que morri...

Respeita o facto de te ter amado...

E deixa-me sozinha no meu canto...

Infiel criatura... não tens coração,

Não aumentes o mar deste meu pranto...

Nada digas... Pois não tens razão!

 


Palavras mortas... 

 

Lembro as palavras...mortas...

Que ouvi em tempo sem viver...

Aquelas que fecharam as portas

Do que tinha e deixei de ter...

Palavras de um amor inexistente,

Que roubou sopro de vida em mim...

Por ele ainda vivo tristemente,

Como zumbi em viagem sem fim...

Pobre e triste alma vive em mim,

Marcada pela agrura de te querer...

Amor morto, esqueleto imundo...

Não devias pertencer a este mundo...

És amor morto que teimas em viver...

 

 

Escrito por Rosinda às 22:39
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Segunda-feira, 5 de Abril de 2010

Fe-se Luz em mim...

Enquanto te ouvia a falar  assim...

Pela primeira vez senti este vazio,

Um sentimento que julgava sem fim...

Terminou... e só senti frio.

Enquanto me falavas de amor...

És e vais ser sempre a mulher da minha vida...

Palavras... já nem senti dor...

Nem mágoa... secou a ferida.

E ao ouvir-te falar assim ...

Nem falava, pensava para mim...

Pobre criatura...

Quanta desventura...

 Nada sentes, não tens nada...

A não ser a loucura,

Em ti encerrada...

Ao ouvir-te dizer...és a minha amada...

e que estou muito linda...

Já não senti nada,

A magia está morta... finda...

E fez-se luz no meu coração...

Há muito que findas-te para mim,

Apenas restava a ilusão...

Daquele amor... que julgava sem fim...

 A tua declaração de amor,

 Fez-me ver quem tu és... Claramente!

Um ser pequeno... ser menor,

Que a todas iludes, enganas, mentes...

Estou contente penso assim...

estou livre de ti agora,

Já não fazes eco em mim...

Porque o amor... foi embora!

 

Rosinda

 

 

Escrito por Rosinda às 22:33
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