Domingo, 5 de Setembro de 2010

Morrerei eu sem saber...

Cheguei, cansada da viagem

Caminhos por onde andei desconhecia...

Mas não me faltou coragem,

E sei que sigo viagem,

Não pararei nem um dia...

Mas agora estou cansada,

Vou fechar os olhos , recostar a cabeça...

Mas logo que o dia amanheça,

Continua a caminhada...

E só pararei um dia, calmamente...

Nesse dia será diferente,

Esse meu adormecer...

Eu pararei de aprender,

Minha estrada percorrida...

Morrerei eu sem saber,

O que faço nesta vida...

 

Rosinda

 

Escrito por Rosinda às 23:39
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11 comentários:
De MIGUXA a 6 de Setembro de 2010 às 01:13
Minha doce amiga,

Sempre nos vamos cansando da caminhada mas, o facto de esperarmos acordar no dia seguinte e retomar a nossa predeterminada tarefa é um bom sinal.

Tanto já fizeste amiga e tanto poderás ainda fazer para dar significado à tua existência...
Aproveita e sê feliz!!!

Beijos com carinho
Margarida
De Rosinda a 6 de Setembro de 2010 às 14:31
Obrigada Margarida, minha amiga com nome de flor... Que de uma forma surreal fazes sobressair em tuas palavras o AMOR...
Um beijo com carinho
Rosinda
De Tina a 7 de Setembro de 2010 às 14:47
Bonito teu poema...Bem sentido!
Parabéns pelo dom que Deus te deu e por saberes aproveitá-lo da melhor forma!
Beijos, Roainda!
De Rosinda a 7 de Setembro de 2010 às 15:50
Obrigada Tina,
Cá vou escrevendo meus sentires em versinhos simples e compreensíveis.
Um beijinho
De M.Luísa Adães a 8 de Setembro de 2010 às 06:37
Não pare, ainda é cedo, muito cedo, sempre cedo para parar.

Não a esqueci , mas continuo um pouco longe e não posso vir muito ao pc.

Gostei do seu poema e lhe quero dar força para aceitar a vida, tal como ela
se lhe apresenta e por vezes a trai - como a todos nós!

Mas não pare e acorde todos os dias!

Com carinho,

Maria Luísa
De Rosinda a 8 de Setembro de 2010 às 11:43
Maria Luísa, muito obrigada por estar aqui, gostar do que eu escrevo, vindo de uma Senhora com grande caminhada pela vida é gratificante para mim.

Pararei quando morrer,
Ou a mente adormecer.
Não me impede a luz o dia,
Tão pouco a noite sombria,
Pois se até a morte tem Poesia...

Um beijinho
Rosinda
De M.Luísa Adães a 8 de Setembro de 2010 às 12:16
Não encontro poesia na morte, mas há poetas que escrevem muito sobre esse assunto, eu sei!

A minha caminhada pela vida não é assim tão longa, quanto pensa.

O que sei e escrevo, vem da análise das pessoas que conheço e do próprio mundo.

Sou uma analista do comportamento humano. É só isso!

Beijos e tudo de melhor, para si e família.

Mª. Luísa
De Bel@ a 11 de Setembro de 2010 às 23:10
Peço desde já desculpas pela minha entrada sem aviso, mas enquanto viajava pelas densas linhas virtuais me deparei com suas palavras que me deliciaram, como tal não quis que esta minha visita passa-se em branco, sem dizer que adorei passar por aqui, assim como agradecer a companhia por uns momentos que me fez em quanto por ele passeei. são este pequenos espaços que me fazem continuar por aqui a viajar, sem num entanto nunca deste lugar sair..............parabéns pelo espaço....cumprimentos Bela
De Rosinda a 13 de Setembro de 2010 às 16:42

Olá Bela!
Não tem de que pedir desculpa... Este lugar está de portas abertas para quem quizer entrar. Fico até feliz por saber que de alguma forma lhe fiz companhia e agradecida pela visita. Volte sempre que lhe aprouver.
Um abraço e muito obrigada
Rosinda
De Alzira Macedo a 13 de Setembro de 2010 às 11:12
Rosinda....

Fiquei encantada com o que acabei de ler amiga...
Està divinal paraben...
diz-me qual é o llugar onde paras agora...
qual é o blogue em que escreves, vi que neste paraste...
Uma pena sinceramente acho mesmoo pena...
beijocas e até breve minha amiga
De Rosinda a 13 de Setembro de 2010 às 16:46
Olá Alzira!
É um prazer ver-te por aqui... Ainda não deixei de escrever aqui amiga e não estou a pensar deixar... apenas ando um pouco cansada e porque não dizê-lo também um pouco decepcionada...
Sei contudo que com o tempo tudo passa e esta fase passará ...
Um beijinho grande
Rosinda

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